Casa da Memória Severino Cabral de Lucena - Araruna-PB

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Dados Gerais:
Área: 306,2 Km2

População: 16.605 habitantes

População rural: 9.256

População urbana:7.349

Eleitores: 10.488 (eleições 2002).

Taxa de alfabetização: 54,8%

Distância de João Pessoa: 165 km.

Distância de Natal: 120 km.

Distância de Campina Grande: 110 km.

Altitude: 580 metros

Pluviosidade média: 900 a 1.100mm3

Coordenadas geográficas da sede municipal: 6° 31´ de latitude Sul e 35° 44´de longitude Oeste Greenwich.




Clique aqui e saiba mais sobre a Pedra da Boca Geografia:
O município de Araruna está localizado na microrregião do Curimataú Oriental que por sua vez está inserido na mesorregião do Agreste Paraibano. Abrange uma área territorial de 306 Km2 localizada na serra que lhe empresta o nome. Limita-se ao Norte com o Rio Grande do Norte, a Leste pelos municípios de Campo de Santana(Tacima) e Riachão e a Oeste e ao Sul pelo município de Cacimba de Dentro.

O município de Araruna difere do quadro geral do Curimataú devido a altitude em que se encontra. A umidade relativa do ar e o índice de pluviosidade superiores aos do clima dominante da microrregião contribuem para a formação de solos mais profundos, favorecendo o desenvolvimento de uma formação vegetal classificada como Mata Serrana com espécies arbóreas e arbustivas da caatinga e algumas espécies da Mata Úmida. A Serra de Araruna é uma Chapada Sedimentar constituída por sedimentos que recobrem o cristalino. Além da Chapada Sedimentar, outras elevações merecem destaques: a Serra do Calabouço e a Serra da Confusão. Próximo às serras ocorrem gigantescos afloramentos de rochas muito antigas que devido à erosão e quebramento adquiriram formas interessantes. Destacam-se a Pedra da Boca, a Pedra da Caveira, a Pedra do Letreiro, a Pedra da Macambira.

A cidade de Araruna está edificada em um planalto situado na parte mais alta da serra e se eleva a uma altitude de 580 metros acima do nível do mar o que lhe proporciona um clima ameno, cuja temperatura no inverno chega aos 18°C.

A hidrografia do município tem pouca expressão. São pequenos rios dentre os quais destaca-se o Calabouço, na divisa do Rio Grande do Norte.





Dados Históricos:
A história de Araruna começa entre 1830 e 1840 quando Feliciano Soares do Nascimento erigiu uma capela em louvor a Nossa Senhora da Conceição.

Em torno da capela surgiram as primeiras casas que deram origem ao povoado. Em 1854, pela Lei provincial nº 25, foi criada a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição.

A 10 de julho de 1876, o Presidente da Província da Paraíba, Barão de Mamanguape, sancionou a Lei nº 616, criando o município de Araruna. O ato solene de instalação do município só ocorreu a 11 de julho de 1877, quando tomaram posse os seguintes vereadores: Manoel Januário Bezerra Cavalcanti, presidente, Manoel d´Azevedo Belmont, João Themóteo Queiroz, Targino Pereira da Costa e Joaquim Cassiano Bezerra.

Desde as suas origens, o município de Araruna esteve sob os domínios políticos da família Bezerra Cavalcanti, entrelaçada com os Carneiro da Cunha, influentes na política não só de Bananeiras, a que estava ligada Araruna, como na política da província.

A partir da primeira década do Século XX, a família Targino passou a dominar politicamente Araruna. Um domínio que, salvo um pequeno período no Estado Novo, vem se confirmando até os nossos dias.

O desenvolvimento urbano de Araruna operou-se em três períodos distintos: o primeiro se deu entre a formação do povoado e 1908, quando se iniciou a construção do Mercado Público. O segundo se estende entre a construção do Velho Mercado até 1967, quando foi construído o Mercado Novo. O terceiro período começa com a inauguração do Mercado Novo e se estende até nossos dias.

A divisão administrativa do município tem sofrido várias modificações ao longo do tempo. Na divisão administrativa de 191, figura com três distritos: Araruna, Tacima e Riachão. Na de 1933, aparece um único distrito: Araruna. Outra alteração aparece nas divisões territoriais de 31.12.1936 e 31.12.1937, onde volta a figurar com três distritos: Araruna, Tacima e Cacimba de Dentro.

Em 15 de novembro de 1938, em virtude do Decreto-lei estadual nº 1.164, a sede do município recebeu foros de cidade.

A comarca foi criada pelo Decreto-lei estadual nº 39, de 10 de abril de 1940.



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O Nome:
O nome Araruna vem do tupi a´rara una e significa arara preta. Esta denominação decorre do fato de existirem nos primórdios do povoamento, muitas dessas araras. Apesar do significado nome, elas se distinguem pela plumagem azul escuro que vistas à distância parecem pretas.
A araruna (Anadorhynchus hyacinthinus) (Lath.) é toda azul carregado. Somente a região perioftálmica, desprovida de penas, é amarela.
<= Clique na foto ao lado para ver a arara em tamanho maior.







HOMENAGEM À ARARUNA
Poesia de Barnabé Fabrício


Minha querida Araruna
Mãe de Cacimba de Dentro
Da Paraíba és o centro
Da riqueza e da fortuna
Tu és a minha tribuna
Minha jóia, meu arquivo
Distante de ti eu vivo
Olhando pra teu retrato
Perdoa o teu filho ingrato
Que te deixou sem motivo.

Hoje com tanta saudade
Saúdo meu município
Recordando meu princípio
De tanta felicidade
Araruna, mãe cidade,
Bendito substantivo
Me deste grande incentivo
Chorando, eu me retrato
Perdoa o teu filho ingrato
Que te deixou sem motivo.

Eu te deixei na infância
Quando bem pouco pensava
Também não imaginava
Da tua grande importância
Hoje te olhando a distância
Com meu pensamento altivo
Eu me sinto apreensivo
Arrependido de fato
Perdoa o teu filho ingrato
Que te deixou sem motivo.

Sem apresentar razão
Deixei a minha cidade
Hoje com tanta saudade
Venho implorar teu perdão
Abandonei meu torrão
Em um momento emotivo
Com um gesto positivo
Vejo que fui insensato
Perdoa o teu filho ingrato
Que te deixou sem motivo.

Não esqueço minha terra
Minha cidade estimada
Que está bem situada
No planalto de uma serra
Quem te procurar não erra
Tuas raízes cultivo
Sem nenhum gesto agressivo
Nunca me deste mau trato
Perdoa o teu filho ingrato
Que te deixou sem motivo.


O Hino:



HINO À ARARUNA *

Araruna, és terra esplendente
Quando o brilho do teu arrebol
Se reflete no teu povo crente
Nos teus filhos de fé, de escol

Teus prados floridos
A todos seduz
A tua altitude
Reflete mais luz
Pelas letras és tu a primeira
Conquistando um título ideal,
Majestosa, feliz, sobranceira,
Como Mãe do primeiro imortal **

Teus prados floridos
A todos seduz
A tua altitude
Reflete mais luz

O teu clima te faz lugar quedo
Livre de turbilhões, vendavais,
Tua gente descansa sem medo,
Os teus filhos não temem rivais.
Teus prados floridos
A todos seduz
A tua altitude
Reflete mais luz.

* Este hino foi executado pela primeira vez a 1.º de janeiro de 1984, sob a regência do Sgtº. Pedro de Oliveira Souza.
** A referência foi feita ao Poeta Antônio Joaquim Pereira da Silva.



A Bandeira:


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